quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Laura Ferreira: Lembrancinhas de Maternidade

Laura Ferreira: Lembrancinhas de Maternidade: Essas são as lembrancinhas de Maternidade que fiz para a Marta Roberta mãe da Ana Paula.  Material:Feltro,broche e fita de cetim. Nas...



Como foi bom lembra que ate nas lembrancinhas de maternidade Paula esta e sempre estará presente em minha vida.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Vamos falar sobre o luto?

Não é nada fácil continuar a caminhar depois de perder alguém que se planejou viver por muito tempo na vida,fazer planos para sonhar e ser feliz,querer viver tudo com muito ou com pouco,se tornar completo com um simples pessoa,o luto é duro,muito tenho chorado e me sentindo triste desde a partida da minha filha,tem dias que a tristeza misturada a saudade é tão grande que os dedos doem,o coração aperta,e naturalmente os olhos sem enchem de lagrimas,o fato não é só lembrar dos momentos bons,mas sim ter a certeza que uma parte da sua vida,de suas expectativas de vida acabaram ali. A saudade sempre vai existir e hoje depois que quase cinco meses vou levando a vida,um dia de cada vez,sendo grata por em longo/curto três anos, ter e ser tão feliz,como aprendi com minha filha os momentos felizes que vivemos juntas vão supera os tristes, e me da forças pra continuar.
Gosto muito da ultima musica que cantamos juntos dias antes de sua partida que vai ficar pra sempre em meu coração vai um trechinho dela lindo..
''o que existe na vida são momentos felizes...
agente pode ser feliz vivendo a vida sem sofre e então pensar o que vai ser

Não me pergunte se amanhã
O nosso amor vai existir
Não me pergunte
Pois não sei.
''



Paulinha que você esteja no melhor lugar do mundo e se um dia for grata ainda quero te encontrar e viver ao seu lado outra vez,te amarei para sempre.



segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Entenda como funciona o Cadastro Nacional de Adoção

Entenda como funciona o Cadastro Nacional de Adoção

Cadastro de crianças e pretendentes existe já 6 anos no Brasil Criado em abril de 2008, o Cadastro Nacional de Adoção é uma ferramenta criada para ajudar juízes das varas de infância e da juventude a cruzar dados e localizar pretendes para adotar crianças aptas à adoção. O cadastro é preenchido pela Justiça de cada estado e os dados são unificados. Ou seja, com o cadastro, um casal de Rondônia consegue localizar uma criança disponível para adoção no Rio Grande do Sul. Até então, o cadastro contava apenas com casais e pessoas residentes no Brasil. São mais de 30 mil pretendentes e 5,4 mil crianças e adolescentes aptas a serem adotadas. O número de pretendentes é maior porque a maioria quer crianças mais novas, que são minoria no cadastro. Nesta segunda-feira (24), o Conselho Nacional de Justiça autorizou que estrangeiros e brasileiros residentes no exterior também participem do cadastro. O objetivo é aumentar a adoção de crianças mais velhas, que estão fora do perfil desejado pelos brasileiros. Os estrangeiros já são autorizados por lei para adotar, mas eles devem procurar a Justiça estadual de algum estado e se candidatar. O juiz, então, localiza alguma criança daquela comarca que não foi adotada após entrar no cadastro – geralmente crianças mais velhas, fora do perfil pretendido por brasileiros. Agora, os residentes no exterior entrarão no cadastro, o que facilitará para os estrangeiros a localização das crianças em qualquer região do país. Entenda abaixo: Quando uma criança fica apta para adoção? Quando uma criança é abandonada, por exemplo, ela não vai direto para adoção. Primeiro, a Justiça tenta localizar alguém da família natural. Depois, caso não consiga, é iniciado o processo de destituição do poder familiar. Só depois disso, a criança fica disponível para adoção. Quanto tempo leva uma adoção? Segundo o CNJ, o processo de adoção demora, em média, um ano. Mas o tempo pode ser maior caso o pretendetne tenha um perfil específico de criança para adotar, por exemplo, branca e menor de dois anos. Como entrar no Cadastro Nacional de Adoção? É preciso procurar uma Vara de Infância e Juventude do município e apresentar uma documentação solicitada. É preciso ter mais de 18 anos, independentemente do estado civil. Deve ser respeitada a diferença de idade de 16 anos entre quem adota e o adotado. Que documentos devo apresentar? – Documento de identidade – CPF – Certidão de casamento ou nascimento – Comprovante de residência – Comprovante de rendimentos ou declaração equivalente – Atestado ou declaração médica de sanidade física e mental – Certidões cível e criminal. O que acontece depois de apresentada a documentação? Obrigatoriamente, o pretendente passa por preparação psicossocial e jurídica, que tem aulas semanais e dura 2 meses. O candidato passa por avaliação psicossocial e recebe visita domiciliar. Durante entrevista técnica, estabelece o perfil da criança desejada. O resultado da avaliação é avaliado pelo Ministério Público, que emite um parecer. O juiz da Vara de Infância decide se concede ou não o Certificado de Habilitação. Em que momento entrarei no cadastro? Caso haja habilitação, o nome será incluído no cadastro por dois anos. Caso apareça uma criança dentro do perfil, o pretendente é comunicado. O que acontece quando for localizada uma criança? O histórico de vida da criança é apresentado ao interessado e, se o pretendente quiser, conhecerá a criança. É iniciado um processo de convivência, no qual o pretendente visita o abrigo e é autorizado a dar passeios rápidos. A partir disso, se tiver interesse, o pretendente entra com ação de adoção e ganha a guarda provisória. Quando a criança adotada passa a ser filho? Após a guarda provisória, os pretendentes e a criança continuarão a ser visitados periodicamente. A equipe técnica, então, apresentará uma avaliação conclusiva. O juiz profere a sentença de adoção, determinando um novo registro de nascimento, com o sobrenome da nova família. Nesse momento, a criança adotada passa a ter os mesmos direitos de um filho biológico.
Fonte: Mariana Oliveira Do Portal G1, em Brasília http://g1.globo.com/brasil/noticia/2014/03/entenda-como-funciona-o-cadastro-nacional-de-adocao.html

O que acontece com as crianças que não foram adotadas?

O que acontece com as crianças que não foram adotadas?



Depois da percar da minha filha e mesmo antes de sua partida uma vontade de adotar uma criança nunca me fugiu da mente,hoje com sua partida este desejo se torna cada vez maior.

Penso muito hoje nas crianças que estão abandonadas em orfanatos por ai,e só em imaginar o desejo delas de ter uma família consigo somar a minha vontade de ser mãe outra vez.

O amor não é só de sangue é também de coração.